Além de verificar se os problemas estruturais estão relacionados à qualidade dos materiais ou à forma como os serviços foram executados, a investigação pretende identificar se houve outras condutas destinadas à redução indevida dos custos da obra.
A Polícia Civil também informou que pretende esclarecer eventual participação, conivência ou omissão de agentes públicos responsáveis pela contratação, fiscalização e acompanhamento da reforma e ampliação da unidade de saúde.
A investigação tem relação com o artigo 337-L, inciso I, do Código Penal, que trata da entrega de mercadoria ou prestação de serviço com qualidade ou quantidade diversa da prevista em edital ou nos instrumentos contratuais.
A operação começou às 6h e mobiliza 36 policiais, com apoio de nove viaturas.
Procurada pela TV TEM, a Atopi Construtora Ltda. informou que não possui "qualquer fato a ocultar". Em nota, afirmou que permanece à disposição das autoridades competentes para prestar todos os esclarecimentos necessários tão logo tenha acesso ao inteiro teor do inquérito policial e aos elementos que fazem parte da investigação.
A Prefeitura de General Salgado informou à TV TEM que não foi procurada pela Polícia Civil durante a operação.
O município também afirmou que as supostas irregularidades investigadas teriam ocorrido durante a administração municipal anterior.
Por: G1