De acordo com a Secretaria, o resultado foi obtido por meio de exame laboratorial realizado pela Fundação Ezequiel Dias (Funed). A prefeitura destacou ainda que, mesmo antes da confirmação, todas as medidas e protocolos preventivos recomendados pela Superintendência Regional de Saúde (SRS) já estavam sendo aplicados.

Entre as ações estão a busca ativa de pessoas não vacinadas ou com esquema vacinal incompleto e a intensificação da vacinação contra a febre amarela.
Em 2018, moradores de Uberlândia encontraram outros cinco macacos mortos após o primeiro diagnóstico positivo de febre amarela em primatas na cidade. As notificações foram feitas ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) em diferentes pontos: nos bairros Marta Helena, Dona Zulmira, Chácaras Tubalina e na região de Rio das Pedras.
Em nota enviada à TV Integração, a Secretaria Municipal de Saúde ressaltou que a atuação rápida das equipes garante resposta ágil e responsável em situações como essa, assegurando medidas de prevenção.
Segundo o Ministério da Saúde, os macacos não transmitem a febre amarela aos seres humanos. Assim como as pessoas, eles são vítimas da doença. A transmissão ocorre pela picada de mosquitos infectados, e a morte desses animais funciona como um sinal de alerta para a circulação do vírus em determinada região, permitindo que as autoridades de saúde adotem medidas de prevenção e reforcem a vacinação da população.
O g1 procurou a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) para saber se o governo estadual foi oficialmente notificado sobre o caso, quando e onde o animal foi encontrado e quais medidas estão sendo adotadas. Até a última atualização desta reportagem, não houve retorno.
Por: G1