Segundo a Delegacia Especializada em Investigações Criminais (Deic), as investigações revelaram que o grupo era liderado por ex-gerentes de uma instituição financeira tradicional, que acobertavam fraudes por meio da criação de empresas fantasmas.
Com essas empresas, contas bancárias eram abertas e utilizadas para a emissão de duplicatas simuladas e obtenção de créditos fraudulentos, gerando lucros ilícitos expressivos. O esquema criminoso se sustentava justamente pelo controle interno exercido pelos próprios gerentes envolvidos.
A Deic aponta que, após a descoberta das irregularidades por auditoria da instituição financeira, os investigados se desligaram de seus cargos e passaram a utilizar os valores obtidos ilicitamente para investir em negócios próprios.
Por: G1