Segundo o órgão, durante uma fiscalização de rotina, foram identificadas possíveis alterações na quantidade de combustível registrada pela bomba e destinada ao consumidor.

Conforme o IPEM, o maior erro verificado foi o seguinte: a cada 20 litros retirados das bombas, 1.612 ml a menos era destinado ao consumidor final, o que significa uma alteração de cerca de 10%. Uma equipe da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) acompanhou o trabalho de medição.
As bombas foram lacradas, e foi solicitada uma perícia para constatar possíveis alterações. Computadores, aparelhos celulares e máquinas de cartão de crédito foram apreendidos no local.
Até a última atualização desta reportagem, o posto de combustíveis permanecia em funcionamento. Procurada pela TV TEM, a distribuidora de combustíveis emitiu uma nota, esclarecendo que o posto está registrado junto à Agência Nacional do Petróleo (ANP) como bandeira branca, não possuindo ligação direta com a fornecedora dos combustíveis. À reportagem, o advogado do proprietário do estabelecimento negou qualquer irregularidade.
Por: G1